Horários de Missa
CAMPO GRANDE/MS
Paróquia São Sebastião
Paróquia São Sebastião
DOMINGO
16:30h - Confissões
17h - Santa Missa
17h - Santa Missa
TERÇA A SEXTA-FEIRA
(exceto em feriados cívicos)
11h - Santa Missa
1º SÁBADO DO MÊS
16h - Santa Missa
11h - Santa Missa
1º SÁBADO DO MÊS
16h - Santa Missa
Marcadores
- Adoração ao Santíssimo (1)
- Apresentação (1)
- As Quatro-Têmporas (39)
- Avisos (66)
- Catequese para a Missa (18)
- comportamento na Missa (2)
- Devoções (11)
- Domingos do Tempo Após Epifania (5)
- Domingos do Tempo Após Pentecostes (57)
- Domingos do Tempo da Paixão (6)
- Domingos do Tempo da Quaresma (8)
- Domingos do Tempo da Septuagésima (6)
- Domingos do Tempo de Páscoa (13)
- Domingos do Tempo do Advento (9)
- Férias da Quaresma (39)
- Férias do Tempo da Paixão (26)
- Férias do Tempo de Páscoa (3)
- Férias Mais Importantes (5)
- Festa do Padroeiro (2)
- Festas de Guarda (24)
- Festas de Guarda Coincidentes com o Domingo (1)
- Festas de Guarda Solenizadas no Domingo (9)
- Festas de Nosso Senhor (21)
- Festas Mais Importantes (20)
- Festas Particulares de Ordens Religiosas (1)
- Festas que Coincidem com o Domingo (10)
- Festas Transferidas da Semana Santa (1)
- Homilias do Pe. Marcelo Tenório (47)
- Indulgências Plenárias (4)
- Ladainhas Menores (2)
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- Liturgias das Férias da Quaresma (43)
- Liturgias das Férias do Tempo da Paixão (22)
- Liturgias das Férias do Tempo de Páscoa (4)
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- Liturgias das Festas de Guarda Solenizadas no Domingo (8)
- Liturgias das Festas Mais Importantes (17)
- Liturgias das Quatro-Têmporas (27)
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- Festa Litúrgica do Dia - Sábado, 06/08/2016
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- Santos do Dia - Terça-Feira, 02/08/2016 - 1ª Parte...
- Santos do Dia - Segunda-Feira, 01/08/2016
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Postagens populares
Nossa Sr.ª das Graças
Ave Maria, gratia plena;
Dominus tecum:
benedicta tu in mulieribus,
et benedictus fructus
ventris tui Iesus.
Sancta Maria, Mater Dei
ora pro nobis peccatoribus,
nunc et in hora
mortis nostrae.
Amen.
Papa Francisco
℣. Orémus pro Pontífice nostro Francísco.
℟. Dóminus consérvet eum, et vivíficet eum, et beátum fáciat eum in terra, et non tradat eum in ánimam inimicórum ejus.
℣. Tu es Petrus.
℟. Et super hanc petram ædificábo Ecclésiam meam.
℣. Oremus.
Deus, ómnium fidélium pastor et rector, fámulum tuum Francíscum, quem pastórem Ecclésiæ tuæ præésse voluísti, propítius réspice: † da ei, quǽsumus, verbo et exémplo, quibus præest, profícere: * ut ad vitam, una cum grege sibi crédito, pervéniat sempitérnam. Per Christum, Dóminum nostrum.
℟. Ámen.
Dom Dimas Barbosa
℣. Orémus pro Antístite nostro Dismas.
℟. Stet et pascat in fortitúdine tua Dómine, sublimitáte nóminis tui.
℣. Salvum fac servum tuum.
℟. Deus meus sperántem in te.
℣. Orémus.
Deus, ómnium fidélium pastor et rector, fámulum tuum Dismam, quem pastórem Ecclésiæ Campigrandénsis præésse voluísti, propítius réspice: † da ei, quǽsumus, verbo et exémplo, quibus præest, profícere: * ut ad vitam, una cum grege sibi crédito, pervéniat sempitérnam. Per Christum, Dóminum nostrum.
℟. Amen.
Pe. Marcelo Tenório
"Ó Jesus, Sumo e Eterno Sacerdote, conservai os vossos sacerdotes sob a proteção do Vosso Coração amabilíssimo, onde nada de mal lhes possa suceder.
Conservai imaculadas as mãos ungidas, que tocam todos os dias vosso Corpo Santíssimo. Conservai puros os seus lábios, tintos pelo Vosso Sangue preciosíssimo. Conservai desapegados dos bens da terra os seus corações, que foram selados com o caráter firme do vosso glorioso sacerdócio.
Fazei-os crescer no amor e fidelidade para convosco e preservai-os do contágio do mundo.
Dai-lhes também, juntamente com o poder que tem de transubstanciar o pão e o vinho em Corpo e Sangue, poder de transformar os corações dos homens.
Abençoai os seus trabalhos com copiosos frutos, e concedei-lhes um dia a coroa da vida eterna. Assim seja!"
(Santa Teresinha do Menino Jesus)
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18 de mar. de 2016
Féria Litúrgica do Dia - Sexta-Feira, 18/03/2016
09:18 | Postado por
Sacerdos |
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COMEMORAÇÃO DE NOSSA SENHORA DAS DORES
NA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO
(18 de março de 2016)
Acompanhar Nossa Senhora em todas as fases de sua
vida terrestre e admirar os altos desígnios de Deus na pessoa sacrossanta de
sua Mãe é sempre delícia para um coração devoto à Santíssima Virgem. Mais
apropriada não podia ser a nossa meditação das dores, senão ocupando-nos com os
sete dolorosos lances de sua existência terrena, ou propriamente “as sete
dores”, a saber:
1.ª - A profecia
de Simeão:
“Eis aqui está posto este Menino para ruína e para
ressurreição de muitos de Israel, e como alvo a que atirará a contradição. E
uma espada traspassará tua alma”. (Lc. 2,34) A esta palavra a Santíssima Virgem
vê de uma maneira clara e distinta no futuro as contradições a que Jesus Cristo
será exposto: contradições na doutrina, contradições no conceito público,
contradições nos seus santíssimos afetos, na alma e no corpo. E esta previsão
dolorosa ficou na alma de Maria durante trinta e três anos. À medida que Jesus
crescia em idade, em sabedoria e em graça, no Coração de Maria aumentava a
angústia de perder um filho tão caro, pela aproximação da inexorável Paixão e
Morte. “O Senhor usa de compaixão para conosco em não nos fazer ver as cruzes
que nos esperavam, e se temos de sofrer, é só uma vez. Com Maria Santíssima
assim não procedeu, porque a queria Rainha das dores e toda semelhante ao
Filho; por isso ela via sempre diante de
si todas as pelas que havia de
sofrer” (Santo Afonso de Ligório)
2.º - A fuga
para o Egito:
A profecia de Simeão começou a cumprir-se logo.
Jesus apenas nascido, já é cercado pela morte. Para salvá-lo, Maria deve ir
para um exílio longínquo, para o Egito, por caminhos desconhecidos, cheios de
perigos. No Egito a Sagrada Família passou perto sete longos anos como
estranha, desconhecida, sem recursos, sem parentes. “A viagem de volta para a Terra Santa apresentou-se
mais penosa ainda, porque o Menino Jesus já era tão crescido que, levá-lo ao
colo, difícil tarefa devia ser, e fazer a pé o grande trajeto parecia acima de
suas forças” (São Boaventura)
3.º - Jesus
encontrado no templo:
“Há quem diga que toda esta dor não só foi maior de
todas que Maria sofreu na sua vida, mas que foi também de todas a mais acerba”.
Nos outros seus sofrimentos tinha ela Jesus em sua companhia; mas agora via-se
longe dele, sem saber onde ele se achava. Das outras dores Maria conhecia
perfeitamente a razão e o fim, isto é, a redenção do mundo, a vontade divina;
mas nesta dor não podia ela atinar com o motivo de Jesus estar longe de sua
Mãe. Quem sabe se sua mente não se torturava com pensamentos como este: “não o
servi como devia, cometi alguma falta, alguma negligência, que motivasse dele
se retirar de mim?” Certo é que não pode haver pena maior para uma alma que tem
amor a Deus, senão o temor de o ter desgostado. Realmente, em nenhuma outra
dor, que nós saibamos, Maria se lamentou, queixando-se amorosamente com Jesus, depois de o ter
achado: “Filho, por que fizeste assim conosco? Olha que teu pai e eu te
buscávamos aflitos” (Santo Afonso de Ligório)
4.º - Maria se
encontra com Jesus na via dolorosa:
Pilatos tinha sentimento humano para com Jesus;
tivesse ele vencido sua covardia, talvez o teria salvo do furor da multidão,
ainda mais se, à súplica de sua mulher, se tivesse unido um pedido da Mãe de
Jesus. Maria, porém, não se move naquela hora tremenda, que decide da vida ou
da morte de seu Filho, porque sabe que o Filho podia, por si, sem auxílio
alheio, livrar-se dos seus inimigos, e se se deixa como um cordeiro levar ao
suplício, então é porque o faz espontaneamente, cumprindo a vontade de Deus.
Maria ainda não se move, quando a sentença já é irrevogavelmente pronunciada.
Vai ao encontro de Jesus que, carregado do peso da cruz, se encaminha para o
Calvário. Vê-o todo desfigurado e entregue, coberto de mil feridas e
horrivelmente ensanguentado. Seus olhares se cruzam. Nenhuma queixa sai da sua
boca, porque as maiores dores Deus lhe reservou para a salvação do mundo.
Aquelas duas almas, heroicamente generosas, continuam juntas no seu caminho do
sofrimento, até o lugar do suplício.
5.º - Jesus
morre na cruz:
Chegam ao Calvário. Os algozes despojam Jesus das
suas vestes, pregam-no na cruz, levantam o madeiro e sobre ele deixam-no
morrer. Maria agora se aproxima da cruz e perto da cruz fica, e assiste à
horrível agonia de três horas. “Que espetáculo ver-se o Filho agonizante sobre
a cruz, e ver-se ao pé da mesma agonizar a Mãe, que todas as penas sofria com
seu Filho! (Santo Afonso). “O que os cravos eram para o corpo de Jesus, para o
coração de Maria era o amor” (São Bernardo). “No mesmo tempo que Jesus
sacrificava o corpo, a Mãe imolava a alma” (São Bernardo). E não pode dar ao Filho o menor alívio; ainda saber que
o maior tormento para o Filho era ver presente sua Mãe, que dor, que
sofrimento! O único alívio para a Mãe e para o filho era saber, que das suas
dores resultava para nós a vida eterna.
6.º - Abertura
do coração de Jesus pela lança e descimento da cruz:
Jesus morrendo, exclamou: “Consummatum est” – Tudo
está consumado. Estava completa a série dos sofrimentos para o Filho, não
porém, para a Mãe. Quando ela está chorando a morte do filho, um soldado vibra
a lança contra o peito de Jesus, abrindo-o, e sai sangue e água. O corpo morto
de Jesus não sente mais a lançada; mas sentiu-a a Mãe no íntimo do coração.
Tiram o corpo do Filho da cruz. O Filho é entregue à Mãe, mas em que estado!
Antes o mais belo entre os filhos dos homens, agora está todo desfigurado.
Antes, era um prazer olhar para ele; agora, seu aspecto é horroroso. Quando
morre um filho, trata-se de afastar do
cadáver a mãe. Maria, pelo contrário, não deixa que lho tirem dos seus braços,
senão quando é para sepultá-lo.
7.º - Jesus é
colocado no sepulcro:
“Eis que já o levam para sepultá-lo. Já se põe em
movimento o doloroso préstito. Os discípulos levam o corpo de Jesus sobre os
ombros. Os Anjos do céu o acompanham. As santas mulheres seguem e, no meio
delas, a Mãe. Querem que ela mesma acomode o corpo sacrossanto de Jesus no
sepulcro, precisando pôr a pedra para fechar o sepulcro, os discípulos precisam
dirigir-se à Santíssima Virgem, e lhe dizer: “Agora é hora de vos despedir,
Senhora; deixai que fechemos o sepulcro.
Muni-vos de paciência! Olhai-o pela última vez e despedi-vos de vosso filho”.
Moveram a pedra e colocaram-na no seu lugar, fechando com ela o santo sepulcro.
Maria, dando um último adeus ao Filho e à sepultura, volta para casa” (Santo
Afonso). “Voltou tão triste a aflita e pobre Mãe, que todos a viam, dela se
compadeciam e choravam” (São Bernardo)
Só no nosso coração não haverá lágrimas para Maria?
Não choramos nós, que somos a causa de tantas dores? Ah! Se nos faltam lágrimas
de sentimento dos nossos olhos sensíveis, choremos pelo menos lágrimas de
penitência, expressão ainda do firme propósito, de não mais cometermos pecado
algum. Foram os nossos pecados que levaram à morte o nosso Irmão primogênito, e
transpassaram o coração dulcíssimo de Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe.
(Texto
extraído de “Na Luz Perpétua”, por Pe. J. B. Lehmann,
e
disponível na Página Oriente, alterações a/c blog)
SEMANA SANTA 2016 - PROGRAMAÇÃO PARA A LITURGIA ANTIGA
09:08 | Postado por
Sacerdos |
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20 de março
2º DOMINGO DA PAIXÃO OU DE RAMOS
16h30: Bênção dos Ramos (c/ pequena Procissão) e Missa Cantada
(c/ Canto da Paixão segundo São Mateus)
22 de março
19h40 (aprox.): Atendimento de Confissões
24 de março
QUINTA-FEIRA SANTA
17h00: Missa Cantada in Cena Domini
18h00 (aprox.): Trasladação do Santíssimo Sacramento e Adoração até 0h
27 de março
DOMINGO DA RESSURREIÇÃO DE NOSSO SENHOR
17h00: Missa Cantada
NOTA: Neste ano, não haverá cerimônias na 6.ª Feira e Sábado Santos no Rito Romano Antigo.
MARCADORES:
Avisos
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comentários
17 de mar. de 2016
Santo do Dia - Quinta-Feira, 17/03/2016
00:00 | Postado por
Sacerdos |
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SÃO PATRÍCIO
(17 de março)
Estátua de São Patrício
na Colina de Tara, Irlanda.
Há
poucos dados sobre a origem de Patrício, mas os que temos foram tirados do seu
livro autobiográfico "Confissão". Nele, Patrício diz ter nascido numa
vila de seu pai, situada na Inglaterra ou Escócia, no ano 377. Era filho de
Calpurnius. Apesar de ter nascido cristão, só na adolescência passou a
professar a fé.
Aos
dezesseis anos, foi raptado por piratas irlandeses e vendido como escravo.
Levado para a Irlanda foi obrigado a executar duros trabalhos em meio a um povo
rude e pagão. Por duas vezes Patrício tentou a fuga, até que na terceira vez
conseguiu se libertar. Embarcou para a Grã-Bretanha e depois para a Gália,
atual França, onde frequentou vários mosteiros e se habilitou para a vida
monástica e missionária.
A
princípio, acompanhou São Germano do mosteiro de Auxerre, numa missão
apostólica na Grã-Bretanha. Mas seu destino parecia mesmo ligado à Irlanda,
mesmo porque sua alma piedosa desejava evangelizar aquela nação pagã, que o
escravizara. Quando faleceu o Bispo Paládio, responsável pela missão no país, o
Papa Celestino I o convocou para dar seguimento à missão. Foi consagrado bispo
e viajou para a "Ilha Verde", no ano 432.
Sua
obra naquelas terras ficará eternamente gravada na História da Igreja Católica
e da própria Humanidade, pois mudou o destino de todo um povo. Em quase três
décadas, o bispo Patrício converteu praticamente todo o país. Não contava com
apoio político e muito menos usou de violência contra os pagãos. Com isso, não
houve repressão também contra os cristãos. O próprio rei Leogário deu o exemplo
maior, possibilitando a conversão de toda sua corte. O trabalho desse
fantástico e singelo bispo foi tão eficiente que o catolicismo se enraizou na
Irlanda, vendo nos anos seguintes florescer um grande número de Santos e
evangelizadores missionários.
O
método de Patrício para conseguir tanta conversão foi a fundação de incontáveis
mosteiros. Esse método foi imitado pela Igreja também na Inglaterra e na
evangelização dos alemães do norte da Europa. Promovendo por toda parte a
construção e povoação de mosteiros, o bispo Patrício fez da Ilha um centro de
irradiação de fé e cultura. Dali partiram centenas de monges missionários que
peregrinaram por terras estrangeiras levando o Evangelho. Temos, como exemplo,
a atuação dos célebres apóstolos Columbano, Galo, Willibrordo, Tarásio, Donato
e tantos outros.
A obra
do bispo Patrício interferiu tanto na cultura dos irlandeses, que as lendas
heróicas desse povo falam sempre de monges simples com suas aventuras,
prodígios e graças, enquanto outras nações têm como protagonistas seus reis e
suas façanhas bélicas.
Patrício
morreu no dia 17 de março de 461, na cidade de Down, atualmente Downpatrick.
Até hoje, no dia de sua festa os irlandeses fixam à roupa um trevo, cuja folha
se divide em três, numa homenagem ao venerado São Patrício que o usava para
exemplificar melhor o sentido do mistério da Santíssima Trindade: "um só
Deus em três pessoas".
A data
de 17 de março há séculos marca a festa de São Patrício, a glória da Irlanda.
Os irlandeses sempre sentiram um enorme orgulho de sua pátria, tanto, por ter
ela nascido na chamada Ilha dos Santos, quanto, por ter sido convertida pelo
venerado bispo. Só na Irlanda existem duzentos santuários erguidos em honra a
São Patrício, seu padroeiro.
(com informações do
Portal Paulinas, alterações a/c blog)
12 de mar. de 2016
1º DOMINGO DA PAIXÃO - 13/03/2016 - Leituras e Comentário ao Evangelho
19:30 | Postado por
Sacerdos |
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1º DOMINGO DA PAIXÃO
1ª Classe - Paramentos Roxos
Para ler/baixar o Próprio completo desta Missa, clique aqui.
Jesus debate com os fariseus. Anônimo.
Epístola de São Paulo Apóstolo aos Hebreus
9, 11-15.
Irmãos: Cristo veio como Pontífice dos bens
futuros; e, passando por um tabernáculo mais excelente e perfeito, não
construído por mão de homem, isto é, não deste mundo, não foi com o sangue dos
chibos ou dos bezerros, mas com o seu próprio sangue, que Ele entrou, de uma
vez para sempre, no Santo dos Santos, depois de ter adquirido uma Redenção
eterna. Com efeito, se o sangue dos chibos e dos touros, bem como a cinza de
uma vitela, com que se aspergem os impuros, os santifica quanto à pureza do
corpo, quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito Santo se ofereceu a Si
mesmo, sem mácula, a Deus, não purificará a nossa consciência das obras da
morte, para servir ao Deus vivo? É esta a razão por que Ele é o Mediador da
Nova Aliança: morrendo para resgatar os pecados cometidos sob a primeira
Aliança, quis que recebessem a herança eterna os escolhidos, a quem foi
prometida, em Jesus Cristo Nosso Senhor.
Evangelho de Jesus Cristo segundo São João
8, 46-59.
Naquele tempo: Disse Jesus à multidão dos Judeus:
“Qual de vós Me arguirá do pecado? Se Eu vos digo a verdade, por que não
acreditais em Mim? Quem é de Deus ouve as palavras de Deus. Se vós as não
ouvis, é porque não sois de Deus.” Responderam, então, os Judeus, e
disseram-Lhe: “Não dizemos nós, com razão, que Tu és um samaritano, e que tens
o demônio?” Jesus respondeu: “Eu não tenho o demônio; ao contrário, honro o meu
Pai; vós é que Me desonrastes. Eu não busco a minha glória; há quem tome
cuidado dela, e fará justiça. Em verdade, em verdade vos digo: Quem guardar a
minha palavra, não verá a morte eterna.” Disseram-Lhe por isto os Judeus:
“Agora é que conhecemos que estás possesso do demônio. Abraão morreu e os
profetas, e Tu dizes: Quem guardar a minha palavra, nunca saberá o que é morte
eterna. Porventura és Tu maior do que nosso pai Abraão, que morreu? E os
profetas também morreram. Quem pretendes Tu ser?” Jesus respondeu: “Se Eu me
glorifico a Mim mesmo, não é nada a minha glória; meu Pai é que Me glorifica,
Aquele mesmo que vós dizeis que é vosso Deus. Contudo vós não O conheceis. Eu
sim, conheço-O; e se disser que não O conheço, serei mentiroso como vós. Mas
conheço-O, e guardo a sua palavra. Abraão, vosso pai, suspirou por ver o meu
dia; viu-o, e ficou cheio de gozo.” Disseram-Lhe por isto os Judeus: “Tu ainda
não tens cinquenta anos, e viste Abraão?” Jesus respondeu-lhes: “Em verdade, em
verdade vos digo: antes que Abraão existisse – Eu sou.” Então pegaram em pedras
para Lhe atirarem, mas Jesus encobriu-se e saiu do Templo.
Traduções
das leituras extraídas do Missal Quotidiano por Pe. Gaspar Lefebvre OSB
(beneditino da Abadia de Santo André) – Bruges, Bélgica: Biblica, 1963 (com
adaptações).
Comentário
ao Evangelho do dia:
São Cesário de Arles (aprox. 340-398), bispo de Milão, doutor da Igreja
Homilia 83; ed. Morin, 340 - trad. col. “Pères dans la foi”, nº 22, pág. 130 (extraído do site Evangelho Quotidiano, apud Per Ipsum)
São Cesário de Arles (aprox. 340-398), bispo de Milão, doutor da Igreja
Homilia 83; ed. Morin, 340 - trad. col. “Pères dans la foi”, nº 22, pág. 130 (extraído do site Evangelho Quotidiano, apud Per Ipsum)
“Abraão viu o meu dia”
Onde exatamente teve lugar o encontro [de Abraão
e dos três visitantes]? “Junto ao carvalho de Mambré”, palavra que significa “visão”
ou “perspicácia”. Vede bem em que sítios o Senhor combina os Seus encontros!
Pois não é verdade que as qualidades de perspicácia e clarividência de Abraão
agradaram ao Senhor? Não tinha ele a pureza de coração para lhe ser possível
ver a Deus (cf. Mt 5, 8)? Em lugares assim, em corações assim, pode bem o
Senhor reunir os Seus convivas!
No Evangelho, o Senhor refere aos judeus este
encontro, ao dizer-lhes: “Abraão, vosso pai, exultou pensando em ver o meu dia;
viu-o e ficou feliz”. “Viu-o”, diz Ele, porque Abraão conseguiu reconhecer o
Mistério da Santíssima Trindade. Viu o Pai, o Filho e o Espírito Santo nos dias
da sua vida, e as três Pessoas no mesmo dia, uma vez que Deus Pai, Deus Filho e
Deus Espírito Santo são um só e o mesmo Deus. Com efeito, cada um deles é Deus
na totalidade, e todos juntos também. Não será, pois, difícil discernir o Pai,
o Filho e o Espírito Santo nas três medidas de farinha que Sara foi buscar para
eles, sendo que há nelas unidade de substância.
Podemos, no entanto, apresentar Sara a outra
luz, como figura da Igreja: neste caso, as três medidas de farinha seriam a fé,
a esperança e a caridade. Com efeito, estas virtudes são os frutos da Igreja
universal, e todos aqueles que as reunirem no coração podem ter a certeza de
possuir nele a Santíssima Trindade.
Santo do Dia - Sábado, 12/03/2016
00:00 | Postado por
Sacerdos |
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SÃO GREGÓRIO MAGNO
(12 de março)
São Gregório Magno inspirado pela pomba. Iluminura
anônima de 963. Acervo da Biblioteca de Trevi.
Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja, nasceu em
Roma, em 540. O pai, Gordiano, era Senador e, como a mãe, Sílvia, pessoa muito
religiosa. De mútuo acordo Gordiano e Sílvia se dedicaram ao serviço de Deus,
ele abraçando o estado eclesiástico e ela, retirando-se à solidão, para servir
unicamente a Deus. Gordiano recebeu o diaconato e prestou grandes serviços como
Cardeal-diácono.
Gregório recebeu uma educação esmerada e
distinguia-se entre os companheiros, pelo seu saber e pela virtude. Tendo 34
anos de idade, o Imperador Justino II nomeou-o pretor, primeiro ministro de
Roma. Nesta elevada posição deu altas provas de amor à justiça, de humildade e
piedade. Depois da morte do pai, renunciou o cargo e fundou sete conventos:
seis na Sicília e um em Roma. O seu palácio no Monte Célio foi transformado em
mosteiro beneditino. Em 575 tomou o hábito da mesma Ordem. Como religioso, foi
modelo para todos, nas virtudes da vida monástica.
Em certa ocasião viu Gregório escravos, que tinham
vindo da Inglaterra. A triste sorte desses infelizes comoveu-o profundamente e,
sabendo que a Inglaterra estava ainda mergulhada nas trevas do paganismo, pediu
e obteve licença para dedicar-se à obra da missão na Inglaterra. Não chegara ao
termo da viagem, quando uma ordem do Papa Pelágio II o chamou para Roma, onde
foi incorporado ao Colégio dos sete diáconos da Igreja. Pouco tempo depois, em
missão extraordinária, foi mandado a Constantinopla, de onde voltou para
atender a vontade dos companheiros de Ordem, que o tinham eleito abade.
Deus, porém, tinha-lhe reservado dignidade maior,
Pelágio II, morreu em 590. A voz unânime do povo e do clero, na eleição de um
sucessor, indicou Gregório, eleição que foi confirmada pelo império. Se bem que
tudo fizesse para fugir da grande responsabilidade de Supremo Pastor, Gregório,
vendo a inutilidade dos seus esforços, afinal aceitou a nova dignidade,
curvando-se perante a evidência da vontade divina.
A situação geral da Igreja não era lisonjeira, e
requeria um papa da têmpera de Gregório. Quando tomou as rédeas do governo, a
Igreja oriental estava dividida pelos erros de Nestório e Eutiques. Gregório
reconduziu muitos hereges à Igreja-mãe. A Inglaterra estava nas trevas do
paganismo; Gregório para lá mandou os primeiros missionários. Na Espanha o
arianismo conseguia implantar-se na alma da nação, graças ao governo dos
Visigodos; Gregório restabeleceu lá a fé católica em toda a pureza. A Igreja da
África foi libertada do mal dos donatistas, e a França deve a Gregório magno a
extirpação de um grande mal, o da simonia.
Por outro lado, o pontificado de Gregório traz o estigma
da caridade. Caridoso para com todos, era amado como um pai. Católicos, hereges
e judeus dirigiam-se-lhe cheios de confiança, certos de serem atendidos nas
suas necessidades. Ao lado de uma caridade sem par, vemos no caráter deste
grande Papa uma firmeza admirável, na defesa da fé e dos bons costumes
cristãos. Assim se opôs energicamente às indevidas imposições do Patriarca de
Constantinopla; conseguiu do imperador a revogação de um decreto que excluía
funcionários públicos do estado eclesiástico, e proibia aos soldados a entrada
em uma Ordem religiosa.
De uma atividade admirável, Gregório Magno achou ainda
tempo ainda para compor numerosos livros, cheios de sabedoria e santidade. Amigo
das ciências, procurou despertar, principalmente entre o clero, interesse pelo
estudo das mesmas. Na ignorância reconhecia a fonte de muitas desordens.
O nome de Gregório está também intimamente ligado à
reforma do cantochão, a música litúrgica da Igreja, que é conhecida também sob
o nome de canto gregoriano. Foi ele também que consolidou a Liturgia Romana
original (hoje mais conhecida como Missa "antiga" ou
"tridentina"), "herdeira" das primeiras expressões de culto da Cristandade, a qual, desde o fim de seu pontificado, não teve modificações
significativas apesar da série de revisões, a última delas promulgada em 1962.
Embora de atividade pouco comum, no meio dos negócios
da Igreja não perdia de vista a santificação de sua alma. – “Eu estou pronto –
assim se exprimia numa carta – para ouvir todos aqueles, que me quiserem fazer
a caridade de uma repreensão salutar; considero como amigos só aqueles que
possuírem a generosidade de indicar-me os meios de purificar minha alma das
manchas que tem”.
Após um pontificado abençoado de 13 anos, Gregório
morreu em 12 de março de 604, na idade de 64 anos. Com Santo Ambrósio, Santo
Agostinho e São Jerônimo, é um dos quatro doutores latinos.
O diácono Pedro, que possuía toda confiança de São Gregório, afirma ter
visto muitas vezes o divino Espírito Santo, em forma de uma pomba branca,
descer sobre o Santo Papa. É por este motivo que a arte cristã apresenta São
Gregório Magno com uma pomba branca, pairando-lhe a cabeça.
No calendário romano tradicional, é comemorado na
mesma data de sua morte, a 12 de março.
(Texto
extraído de “Na Luz Perpétua”, por Pe. J. B. Lehmann,
e
disponível na Página Oriente, alterações a/c blog)
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