Horários de Missa
CAMPO GRANDE/MS
Paróquia São Sebastião
Paróquia São Sebastião
DOMINGO
16:30h - Confissões
17h - Santa Missa
17h - Santa Missa
TERÇA A SEXTA-FEIRA
(exceto em feriados cívicos)
11h - Santa Missa
1º SÁBADO DO MÊS
16h - Santa Missa
11h - Santa Missa
1º SÁBADO DO MÊS
16h - Santa Missa
Marcadores
- Adoração ao Santíssimo (1)
- Apresentação (1)
- As Quatro-Têmporas (39)
- Avisos (66)
- Catequese para a Missa (18)
- comportamento na Missa (2)
- Devoções (11)
- Domingos do Tempo Após Epifania (5)
- Domingos do Tempo Após Pentecostes (57)
- Domingos do Tempo da Paixão (6)
- Domingos do Tempo da Quaresma (8)
- Domingos do Tempo da Septuagésima (6)
- Domingos do Tempo de Páscoa (13)
- Domingos do Tempo do Advento (9)
- Férias da Quaresma (39)
- Férias do Tempo da Paixão (26)
- Férias do Tempo de Páscoa (3)
- Férias Mais Importantes (5)
- Festa do Padroeiro (2)
- Festas de Guarda (24)
- Festas de Guarda Coincidentes com o Domingo (1)
- Festas de Guarda Solenizadas no Domingo (9)
- Festas de Nosso Senhor (21)
- Festas Mais Importantes (20)
- Festas Particulares de Ordens Religiosas (1)
- Festas que Coincidem com o Domingo (10)
- Festas Transferidas da Semana Santa (1)
- Homilias do Pe. Marcelo Tenório (47)
- Indulgências Plenárias (4)
- Ladainhas Menores (2)
- Liturgias da Semana da Paixão (8)
- Liturgias da Semana Santa (19)
- Liturgias das Férias da Quaresma (43)
- Liturgias das Férias do Tempo da Paixão (22)
- Liturgias das Férias do Tempo de Páscoa (4)
- Liturgias das Férias Mais Importantes (29)
- Liturgias das Festas de Guarda (16)
- Liturgias das Festas de Guarda Solenizadas no Domingo (8)
- Liturgias das Festas Mais Importantes (17)
- Liturgias das Quatro-Têmporas (27)
- Liturgias do Tríduo Pascal (11)
- Liturgias Dominicais (111)
- Missas de Nossa Senhora no Sábado (5)
- Missas do Tempo da Ascensão (4)
- Missas do Tempo da Epifania (6)
- Missas do Tempo de Natal (14)
- Missas do Tempo de Pentecostes (8)
- Notícias (8)
- Oitava de Pentecostes (8)
- Santo do Dia (354)
- Santos Comemorados em Algumas Localidades (3)
- santos comemorados no brasil (1)
- Santos do mês 01 - Janeiro (30)
- Santos do mês 02 - Fevereiro (23)
- Santos do mês 03 - Março (16)
- Santos do mês 04 - Abril (21)
- Santos do mês 05 - Maio (34)
- Santos do mês 06 - Junho (30)
- Santos do mês 07 - Julho (41)
- Santos do mês 08 - Agosto (44)
- Santos do mês 09 - Setembro (33)
- Santos do mês 10 - Outubro (29)
- Santos do mês 11 - Novembro (33)
- Santos do mês 12 - Dezembro (19)
- Semana da Paixão (14)
- Semana Santa (24)
- Tempo Após Epifania (5)
- Tempo Após Pentecostes (61)
- Tempo da Ascensão (4)
- Tempo da Epifania (6)
- Tempo da Paixão (32)
- Tempo da Quaresma (51)
- Tempo da Septuagésima (7)
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- Tempo de Pentecostes (8)
- Tempo do Advento (20)
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- Têmporas de Setembro (6)
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- Tríduo Pascal (15)
- Vigílias de Festas (1)
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- 12º DOMINGO APÓS PENTECOSTES - 07/08/2016 - Leitur...
- Santos do Dia - Sábado, 06/08/2016
- Festa Litúrgica do Dia - Sábado, 06/08/2016
- Festa Litúrgica do Dia - Sexta-Feira, 05/08/2016
- Santo do Dia - Quinta-Feira, 04/08/2016
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- Santos do Dia - Segunda-Feira, 01/08/2016
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Postagens populares
Nossa Sr.ª das Graças
Ave Maria, gratia plena;
Dominus tecum:
benedicta tu in mulieribus,
et benedictus fructus
ventris tui Iesus.
Sancta Maria, Mater Dei
ora pro nobis peccatoribus,
nunc et in hora
mortis nostrae.
Amen.
Papa Francisco
℣. Orémus pro Pontífice nostro Francísco.
℟. Dóminus consérvet eum, et vivíficet eum, et beátum fáciat eum in terra, et non tradat eum in ánimam inimicórum ejus.
℣. Tu es Petrus.
℟. Et super hanc petram ædificábo Ecclésiam meam.
℣. Oremus.
Deus, ómnium fidélium pastor et rector, fámulum tuum Francíscum, quem pastórem Ecclésiæ tuæ præésse voluísti, propítius réspice: † da ei, quǽsumus, verbo et exémplo, quibus præest, profícere: * ut ad vitam, una cum grege sibi crédito, pervéniat sempitérnam. Per Christum, Dóminum nostrum.
℟. Ámen.
Dom Dimas Barbosa
℣. Orémus pro Antístite nostro Dismas.
℟. Stet et pascat in fortitúdine tua Dómine, sublimitáte nóminis tui.
℣. Salvum fac servum tuum.
℟. Deus meus sperántem in te.
℣. Orémus.
Deus, ómnium fidélium pastor et rector, fámulum tuum Dismam, quem pastórem Ecclésiæ Campigrandénsis præésse voluísti, propítius réspice: † da ei, quǽsumus, verbo et exémplo, quibus præest, profícere: * ut ad vitam, una cum grege sibi crédito, pervéniat sempitérnam. Per Christum, Dóminum nostrum.
℟. Amen.
Pe. Marcelo Tenório
"Ó Jesus, Sumo e Eterno Sacerdote, conservai os vossos sacerdotes sob a proteção do Vosso Coração amabilíssimo, onde nada de mal lhes possa suceder.
Conservai imaculadas as mãos ungidas, que tocam todos os dias vosso Corpo Santíssimo. Conservai puros os seus lábios, tintos pelo Vosso Sangue preciosíssimo. Conservai desapegados dos bens da terra os seus corações, que foram selados com o caráter firme do vosso glorioso sacerdócio.
Fazei-os crescer no amor e fidelidade para convosco e preservai-os do contágio do mundo.
Dai-lhes também, juntamente com o poder que tem de transubstanciar o pão e o vinho em Corpo e Sangue, poder de transformar os corações dos homens.
Abençoai os seus trabalhos com copiosos frutos, e concedei-lhes um dia a coroa da vida eterna. Assim seja!"
(Santa Teresinha do Menino Jesus)
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7 de fev de 2015
DOMINGO DA SEXAGÉSIMA - 08/02/2015 - Leituras e Comentário ao Evangelho
15:05 | Postado por
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DOMINGO DA SEXAGÉSIMA
2ª Classe - Paramentos Roxos
Para ler/baixar o Próprio desta Missa, clique aqui.
Parábola do
Semeador. Ícone no Templo Ortodoxo
de Santa
Helena, em Cluj, Romênia.
2ª Epístola de
São Paulo Apóstolo aos Coríntios 11, 19-33 – 12, 1-9.
Irmãos: Vós porque sois sensatos, de boa vontade aturais
os insensatos. Na verdade, suportais quem vos põe em escravidão, quem vos
devora, quem vos rouba, quem se exalta, quem vos dá na cara. Digo-o para minha
vergonha, como se tivesse sido fraco neste ponto. Mas naquilo de que qualquer
se ufana, (falo como louco), também eu ufano: Se são hebreus, também eu; se são
Israelitas, também eu; se são descendentes de Abraão, também eu; se são ministros
de Cristo, (falo como menos modesto), mais o sou eu; mais nos trabalhos, mais
nos cárceres, em açoites sem medida, freqüentemente em perigos de morte. Dos
Judeus recebi, por cinco vezes, quarenta açoites menos um. Três vezes fui
açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes naufraguei, uma noite e
um dia estive no alto mar; muitas vezes em viagens entre perigos de rios,
perigos de ladrões, perigos dos da minha raça, perigos dos gentios, perigos na
cidade, perigos no deserto, perigos no mar, perigos dos falsos irmãos; no
trabalho e na fadiga em muitas vigílias, na fome e na sede, em muitos jejuns,
no frio e na nudez. Além destas coisas, que são exteriores, a minha obsessão
permanente: a preocupação por todas as igrejas. Quem está doente sem que eu
também o não esteja?! Quem tropeça, sem que eu não abrase? Se alguém se pode
gloriar, sou eu que me gloriarei na minha fraqueza. O Deus e Pai de Nosso
Senhor Jesus Cristo – bendito seja Ele por todos os séculos, – sabe que não
minto. Em Damasco, aquele que governava a nação em nome do rei Aretas, fazia
guardar a cidade para me prender; mas desceram-me numa alcofa por uma janela,
ao longo da muralha, e assim escapei das suas mãos. Se alguém se pode gloriar,
o que em boa verdade não convém, farei agora menção das visões e revelações do
Senhor. Conheço um homem em Cristo, o qual há catorze anos foi arrebatado, –
não sei se foi em corpo e alma, se só em espírito; Deus o sabe, – até o
terceiro céu. E sei que este homem, – se foi em corpo e alma, se só em espírito,
não sei; Deus o sabe, – foi arrebatado ao empíreo, e aí ouviu palavras
inefáveis, que ao homem não lícito repetir. Por isto gloriar-me-ei; por mim,
porém, de nada me gloriarei, senão nas minhas fraquezas. Verdade é que, se me
quiser gloriar, não serei insensato, porque direi a verdade; contudo
abstenho-me disso, para que ninguém julgue de mim mais do que vê em mim, ou
ouve de mim. E, para que a grandeza das revelações me não envaidecesse, foi-me
dado um aguilhão na minha carne, que é como um enviado de Satanás, que me
esbofeteia. Por causa disto, pedi três vezes a Deus que o afastasse de mim.
Ele, todavia, respondeu-me: Basta-te a minha graça, porque é na fraqueza que o
meu poder triunfa. Portanto, de boa vontade me gloriarei nas minhas fraquezas, para
que habite em mim a força de Cristo.
Evangelho de
Jesus Cristo segundo São Lucas 8, 4-15.
Naquele tempo: Tendo-se juntado uma grande multidão
de povo, e tendo ido ter com Ele, de diversas cidades, disse Jesus esta
parábola: “Saiu o semeador a semear a sua semente; e ao semeá-la, uma parte
caiu ao longo do caminho, e foi calcada, e as aves do céu comeram-na. Outra
parte caiu sobre o cascalho, e, quando nasceu, secou, porque não tinha umidade.
E a outra parte caiu entre os espinhos; e logos os espinhos que nasceram com
ela a sufocaram. E a outra parte caiu em boa terra, e, depois de nascer, deu
fruto a cem por um.” Dito isto, exclamou: “Quem tem ouvidos para ouvir, que
ouça.” Os discípulos então perguntaram-Lhe o que significava esta parábola. E
Ele respondeu-lhes: “A vós é dado conhecer o mistério do reino de Deus; aos
outros, porém, por parábolas, de modo que vendo não vejam, e ouvindo não
entendam. É este o significado da parábola: A semente é a palavra de Deus. Os
que estão ao longo do caminho, são aqueles que a ouvem; mas depois vem o
demônio, e tira-lhes a palavra do coração, para não suceder que se salvem,
acreditando. A que caiu sobre o cascalho, representa aqueles que recebem com
gosto a palavra quando a ouvem: não têm, todavia, raízes; até certo tempo
crêem; mas no tempo da tentação, voltam atrás. E a que caiu entre espinhos,
representa aqueles que ouviram; mas não dão fruto, por terem ido atrás dos
cuidados, riquezas e prazeres da vida, que os sufocaram. A que caiu em boa
terra, representa aqueles que, recebendo a palavra num coração bom e nobre, a
guardam, e dão fruto pela constância.”
Traduções
das leituras extraídas do Missal Quotidiano por Pe. Gaspar Lefebvre OSB
(beneditino da Abadia de Santo André) – Bruges, Bélgica: Biblica, 1963 (com
adaptações).
Comentário
ao Evangelho do dia:
São
Gregório Magno (aprox. 540-604),
papa, doutor da Igreja
Homilias
sobre o Evangelho, 1, 15; PL 76, 1131s - trad. Delhougne, “Os Padres
Comentados”, pág. 116 (disponível no site da Diocese de Cruzeiro do Sul / AC, apud Per Ipsum)
“Dar fruto pela perseverança”
Vigiai
para que a palavra que recebestes ressoe no fundo do vosso coração e aí
permaneça. Tende cuidado para que a semente não caia ao longo do caminho,
receando que o Espírito mau venha apagar a palavra da vossa memória... Tende
cuidado para que o chão pedregoso não receba a semente e não produza uma boa ação
desprovida das raízes da perseverança. Com efeito, muitos se alegram ao ouvir a
palavra e se dispõem a empreender boas obras. Mas apenas as provações começaram
a apertá-los, eles renunciam ao que tinham empreendido. Assim, o solo pedregoso
teve falta de água, de tal forma que o germe da semente não chegou a dar o
fruto da perseverança.
Mas a
terra boa dá fruto pela paciência: entendamos por isso que as nossas boas obras
podem ter valor se suportarmos pacientemente os inconvenientes que o nosso
próximo nos provoca. Aliás, quanto mais avançamos para a perfeição, mais provas
temos de suportar; uma vez que a nossa alma abandonou o amor do mundo presente,
cresce a hostilidade d esse mundo. É por isso que vemos muitos que penam sob um
pesado fardo (Mt 11,28), sendo boas as suas obras... Mas, de acordo com a
palavra do Senhor, “eles produzem fruto pela sua perseverança”, suportando
humildemente essas provas, de tal forma que, após terem penado, serão
convidados a entrar na paz do céu.
31 de jan de 2015
DOMINGO DA SEPTUAGÉSIMA 01/02/2015 - Leituras e Comentário ao Evangelho
19:00 | Postado por
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DOMINGO DA SEPTUAGÉSIMA
2ª Classe - Paramentos Roxos
Para ler/baixar o Próprio desta Missa, clique aqui.
NOTAS:
01. Neste Domingo (01 de fevereiro), como nas férias (terça a sexta) de fevereiro, não haverá Missa Tridentina.
02. As Missas Tridentinas dominicais serão retomadas já no próximo domingo (08 de fevereiro). Já
03. As Missas feriais (de terça a sexta) retornarão apenas em março. Consequentemente, não haverá Missa Tridentina na Quarta-Feira de Cinzas, nem no primeiro sábado de fevereiro.
1ª Epístola de São Paulo Apóstolo aos Coríntios 9, 24-27 e 10, 1-5.
Irmãos:
Não sabeis que os que correm no estádio, todos
correm, não há dúvida, mas um só é que alcança o prêmio? Correi, pois, de tal
maneira que o alcanceis. Os atletas que combatem na arena, de tudo se abstêm:
eles, para alcançar um coroa corruptível; nós, porém, incorruptível. Quanto a
mim, corro, pois, mas não como à ventura; combato, mas não como quem esgrime no
ar; ao contrário, castigo o meu corpo, e reduzo-o à escravidão, (para que) não
suceda que, tendo pregado aos outros, eu mesmo venha a ser réprobo. Não quero,
pois, irmãos, que vós ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da
nuvem, e que todos passaram o mar, e todos foram batizados em Moisés, na nuvem
e no mar, e todos comeram do mesmo alimento espiritual, e todos beberam da
mesma bebida espiritual (porque bebiam todos de um rochedo espiritual, que os
seguia – rochedo este que era Cristo). Todavia, Deus não se agradou de muitos
deles.
Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 20, 1-16.
Naquele
tempo: Disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: “O
Reino dos céus é semelhante a um pai de família que, ao romper da manhã, saiu a
contratar operários para a sua vinha. E, tendo ajustado com os operários um
denário por dia, mandou-os para a sua vinha. Tendo novamente saído cerca da
terceira hora, viu outros, que estavam na praça, ociosos. E disse-lhes: Ide vós
também para minha vinha, eu dar-vos-ei o que for justo. E eles foram. Saiu
outra vez cerca da hora sexta e da nona, e fez o mesmo. E, cerca da undécima,
saiu ainda, e encontrou outros, que estavam de costas direitas, e disse-lhes:
Por que estais aqui todo o dia ociosos? Eles responderam: Porque ninguém nos
contratou. Ele disse-lhes: Ide vós também para a minha vinha. No fim da tarde,
o senhor disse da vinha ao seu mordomo: Chama os operários, e paga-lhes o
salário, começando pelos últimos até os primeiros. Tendo chegado, pois, os que
tinham ido cerca da hora undécima, cada um recebeu um denário. E, chegando
também os que tinham ido primeiro, julgaram que haviam de receber mais; porém,
também eles receberam um denário cada um. Ao receberem, murmuravam contra o pai
de família, dizendo: Estes últimos trabalharam só uma hora, e pagaste-lhes o
mesmo que nós, que suportamos o peso do dia e o calor. Ele, porém, respondendo
a um deles, disse: Amigo, eu não te faço injustiça; não ajustaste tu comigo um
denário? Toma o que é teu, e vai-te; que eu quero dar também a este último
tanto quanto a ti. Ou não me é lícito fazer o que quero do que é meu?!
Porventura és tu invejoso, porque eu sou bom? É assim que os primeiros serão os
últimos, e os últimos primeiros. De fato são muitos os chamados, e poucos os
escolhidos.”
Traduções
das leituras extraídas do Missal Quotidiano por Pe. Gaspar Lefebvre OSB
(beneditino da Abadia de Santo André) – Bruges, Bélgica: Biblica, 1963 (com
adaptações).
Comentário
ao Evangelho do dia:
São Máximo de Turim (desc. – aprox. 420), bispo
Sermão
nº 65
Comentário
ao Evangelho do dia
Santo Efrém (c. 306-373), diácono da Síria, doutor da Igreja
Diatessaron, 15, 15-17 (disponível no site Evangelho Quotidiano, apud Per Ipsum)
Santo Efrém (c. 306-373), diácono da Síria, doutor da Igreja
Diatessaron, 15, 15-17 (disponível no site Evangelho Quotidiano, apud Per Ipsum)
“Não me será permitido dispor dos meus bens como me
aprouver?”
Aqueles
homens estavam dispostos a trabalhar, mas “ninguém os contratou”; eles eram
trabalhadores, mas ociosos por falta de trabalho e de patrão. Em seguida, uma
voz contratou-os, uma palavra pô-los a caminho e, no seu zelo, não combinaram
antecipadamente qual o preço do seu trabalho, como os primeiros. O patrão
avaliou os seus trabalhos com sabedoria e pagou-lhes tanto como aos outros.
Nosso Senhor disse esta parábola para que ninguém dissesse: “Uma vez que não
fui chamado na juventude, não posso ser recebido”. Mostrou que, seja qual for o
momento da sua conversão, todo o homem é acolhido... “Ele saiu pela manhã, pela
terceira hora, pela hora sexta, pela hora nona e pela hora undécima”: pode-se
compreender isso desde o início da sua pregação, ao longo da sua vida até à
cruz, porque foi “à hora undécima” que o ladrão entrou no Paraíso. Para que não
se incrimine o ladrão, nosso Senhor afirma a sua boa vontade; se tivesse sido
contratado, teria trabalhado: “Ninguém nos contratou”.
O que
damos a Deus é bem digno dele e o que ele nos dá bem superior a nós.
Contratam-nos para um trabalho proporcional às nossas forças, mas propõem-nos
um salário superior ao que o nosso trabalho merece... Ele age do mesmo modo
para com os primeiros e para com os últimos; “recebeu cada um uma moeda” com a
imagem do Rei. Tudo isso significa o pão da vida (Jo 6,35) que é o mesmo para
todos os homens; único é o remédio de vida para aqueles que o tomam.
No
trabalho da vinha, não se pode acusar o patrão pela sua bondade, e não se
encontra nada a dizer acerca da sua retidão. Na sua retidão, ele deu como havia
combinado, e mostrou-se misericordioso como quis. É para ensinar isto que nosso
Senhor disse esta parábola, e resumiu tudo isto nestas palavras: “Não me é
permitido fazer o que quero na minha casa?”
Santo do Dia - Sábado, 31/01/2015
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SÃO JOÃO BOSCO
(31 de janeiro)
São João Bosco quando
sacerdote e jovem.
“No
decorrer do século XIX, quando por toda a parte chegavam à maturação os
venenosos frutos de destruição da sociedade cristã, cujos germes haviam sido
tão largamente disseminados pelo século anterior, a Igreja, principalmente na
Itália, viu-se à mercê de muitas procelas contra si levantadas, nesses tristes
tempos, pela maldade dos homens. Contemporaneamente, porém, a misericórdia
divina enviou, para auxílio de sua Igreja, válidos campeões, para que evitassem
a ruína e conservassem entre o nosso povo a mais preciosa das heranças
recebidas dos Apóstolos – a fé genuína de Cristo. (...) Sobressai entre os
demais, por elevação e espírito de grandeza de obras, o Bem-Aventurado João
Bosco que, no tristíssimo evoluir dos tempos se constituiu, durante o século
passado, qual marco miliário apontando aos povos o caminho da salvação. Porquanto,
‘Deus o suscitou para justiça’, segundo a expressão de Isaías, e ‘dirigiu todos
os seus passos’. E, na verdade, o Bem-aventurado João Bosco, por virtude do
Espírito Santo, resplandeceu diante de nós como modelo de sacerdote feito
segundo o coração de Deus, como educador inigualável da juventude, como
fundador de novas famílias religiosas e como propagador da fé.” (Trecho do Decreto de Canonização de São João Bosco,
1934)
São João Bosco nasceu em Castelnuovo d'Asti,
Piemonte, Itália, a 16 de Agosto de 1815, numa família de camponeses pobres.
Desde pequeno sentiu-se chamado a dedicar a sua vida aos jovens, mas para
realizar o seu sonho teve de vencer numerosas dificuldades e sujeitar-se a
grandes privações e sacrifícios. Órfão de pai aos dois anos,
viveu a sua infância e juventude enfrentando várias dificuldades e desafios.
Desde os mais tenros anos sentiu-se impelido para o apostolado entre os
companheiros. A sua mãe, sem instrução literária, mas rica de sabedoria cristã,
com a palavra e com o exemplo animava-o no seu desejo de crescer virtuoso aos
olhos de Deus e dos homens.
Mesmo
diante de todas as dificuldades, João Bosco nunca desistiu. Durante um tempo
foi obrigado a mendigar para manter os estudos. Prestou toda a espécie de
serviços. Foi alfaiate, sapateiro, ferreiro, carpinteiro e, ainda nos tempos
livres, estudava música. Em 1835 entrou para o seminário de Chieri vindo a
receber a ordenação sacerdotal a 5 de junho de 1841. Começou então a dar provas do seu zelo apostólico, sob a
direção de S. José Cafasso, seu diretor espiritual. No dia 8 de dezembro desse
mesmo ano, iniciou o seu apostolado juvenil em Turim, num encontro com um rapaz
chamado Bartolomeu Garelli. Começava assim a obra dos Oratórios Festivos,
destinada, em tempos difíceis, a preservar da ignorância religiosa e da
corrupção, especialmente os jovens marginalizados e em perigo.
Em 1846
estabeleceu-se definitivamente em Valdocco, bairro de Turim, onde fundou o
Oratório de São Francisco de Sales. Deu-se
logo conta de que todo o bem que fazia por seus meninos, se perdia com as más
influências do exterior, e decidiu construir suas próprias oficinas de
aprendizes. As duas primeiras foram inauguradas em 1853. Em 1855
deu o nome de Salesianos aos seus colaboradores. Em 1856, havia já 150 internos, quatro oficinas, uma imprensa, quatro
salas de latim e dez sacerdotes. Os externos eram 500.
Em dezembro de 1859, Dom Bosco e seus 22
companheiros decidiram finalmente organizar a congregação, cujas regras tinham
sido aprovadas por Pio IX. Mas a aprovação definitiva não chegou senão 15 anos
depois. O fundador deu a esta Congregação Religiosa o nome
de “Sociedade de São Francisco de Sales” porque a espiritualidade deste santo (já comemorado este mês) devia inspirar
um estilo educativo que denominou “Sistema Preventivo”. Para distinguir esta
Congregação de outros institutos inspirados também em São Francisco de Sales
mas não fundados por São João Bosco, os membros deste Instituto recebem a sigla
de S.D.B. (Salesianos de Dom Bosco).
A ordem cresceu rapidamente: em 1863 havia 39
salesianos, à morte do fundador (1888) eram já 768. O seguinte passo de Dom
Bosco foi a fundação de uma congregação feminina. A 5 de Agosto de 1872, São João Bosco, com outra
Santa, Maria Domingas Mazzarello, fundou as Filhas de Maria Auxiliadora (F.M.A)
para a educação e promoção das moças. 27 candidatas tomaram então o hábito. Dom Bosco também
obteve o feito de enviar seus primeiros missionários à América do Sul em 1875,
precisamente para a região da Patagônia, Argentina. Pouco a pouco os salesianos
se espalharam por toda a América do Sul. Tinham 36 casas no Novo Mundo e 38 na
Europa.
Consumido
pelo trabalho, fechou o ciclo da sua vida terrena aos 72 anos de idade, a 31 de
janeiro de 1888, deixando a Congregação Salesiana espalhada por diversos países
da Europa e da América. Se em vida foi honrado e admirado, muito mais o foi
depois da morte. A sua reputação de taumaturgo, de renovador do Sistema
Preventivo na educação da juventude, de defensor intrépido da Igreja Católica (chegou
a ter sonhos proféticos que apontavam para vicissitudes na propagação da fé e
da sã doutrina) e grande apóstolo da Virgem Auxiliadora espalhou-se pelo mundo
inteiro e ganhou o coração dos povos. Pio XI, que o conheceu e gozou da sua amizade,
canonizou-o na Páscoa de 1934.
(com informações da
Página Oriente, da Agência
ACI e da Agência
Ecclesia de Portugal)
30 de jan de 2015
Santa do Dia - Sexta-Feira, 30/01/2015
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Sacerdos |
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SANTA MARTINHA
(30 de janeiro)
Esta célebre Santa, uma das padroeiras de Roma, era
de família distinta. O pai, três vezes eleito cônsul, era possuidor das mais belas
virtudes e afortunado. Martinha recebeu uma educação esmerada, baseada nos
princípios do Cristianismo, mas teve a infelicidade de perder bem cedo os pais.
Inflamada de amor a Jesus Cristo, deu todos os bens aos pobres e fez voto de
castidade.
Tinha o imperador Alexandre Severo (222-235) concebido
o plano de exterminar os Galileus (assim alcunhava aos cristãos). Conhecendo a
formosura, nobreza e bondade de Martinha, tudo fez para afastá-la da religião
cristã, e chegou até a oferecer a dignidade de Imperatriz caso se decidisse
sacrificar a Apolo. Martinha respondeu: “O meu sacrifício pertence a Deus
imaculado; a Ele sacrificarei, para que confunda e aniquile a Apolo e, este
deixe de perder almas”. Alexandre
Severo, interpretando esta resposta em seu favor, organizou uma grande festa no
templo de Apolo, para onde levou Martinha, na presença dos sacerdotes e de
muito povo. Os olhos de todos estavam dirigidos para a jovem que, no meio do
grande silêncio que reinava, fez o sinal da cruz, elevou olhos e braços ao céu
e disse em alta voz: “Ó Deus e meu Senhor! Ouvi esta minha súplica e fazei com
que se despedace este ídolo cego e mudo, para que todos, imperador e povo,
conheçam que só Vós sois o único Deus verdadeiro e que não é licito adorar
senão a Vós!” No mesmo instante a cidade
inteira foi sacudida por um forte terremoto, a imagem de Apolo caiu do seu
lugar; parte do templo ruiu por terra, sepultando nos escombros os sacerdotes e
muita gente.
O imperador ordenou que Martinha fosse esbofeteada,
flagelada e tivesse as carnes dilaceradas com torqueses. Os algozes, porém, não
puderam cumprir a ordem, porque um Anjo de Deus defendia a donzela e esta, no
meio dos maus tratos, entoava cânticos de louvor a Jesus Cristo e convidava os
algozes a se converterem à religião de Jesus. Deus abençoou-lhes as palavras:
oito algozes caíram de joelhos, pediram perdão à Mártir e confessaram em alta
voz a fé em Jesus Cristo. O imperador, ainda mais enraivecido com este
incidente, mandou levá-los todos ao cárcere, torturar barbaramente os oito
algozes, os quais, por uma graça especial divina, ficando fiéis à fé, receberam
a palma do martírio, pela decapitação.
No dia seguinte a “feiticeira” foi citada ao
palácio do Imperador, que a recebeu com estas palavras: “Basta de embustes.
Dize-me, para que eu saiba com quem estou tratando: Sacrificas aos deuses ou
preferes aderir ao feiticeiro, ao Cristo?” Com santa indignação respondeu
Martinha: “Não admito que insultes a meu Deus! Se queres aplicar-me novas
torturas, aqui estou; não as temo, pois sei que Deus me dá força”. A resposta
do imperador foi a condenação da Mártir a suplícios crudelíssimos e desumanos.
Martinha, no meio das dores, glorificou a Deus e as feridas exalavam-lhe um
suave perfume. Grande foi o espanto de Alexandre Severo ao ouvir, no dia
seguinte, a notícia de que Martinha, que se achava no cárcere, estava
perfeitamente curada das feridas, e não só isto: Os guardas viram, durante a
noite, o cárcere iluminado por uma luz maravilhosa e ouviram, extasiados,
cânticos celestiais.
O furor do imperador chegou ao extremo. Não mais
senhor de sua paixão, condenou Martinha às feras no anfiteatro, e fez questão
de achar-se entre os espectadores. Novo milagre. Martinha, de uma beleza
sobrenatural encantadora, ajoelhada na “arena”, calma se achava à espera do
leão. Este, o indômito rei do Saara, possante e belo em sua força, se anuncia
com rugido aterrador e em dois saltos se acha ao lado da vítima. Como que,
domado por uma força invisível, arroja-se aos pés de Martinha, manso como um
cordeiro. De repente se levanta e, num salto medonho, transpõe a barreira,
entrando no recinto dos espectadores, matando alguns deles. O pânico foi
indescritível.
O imperador, longe de se convencer da intervenção
divina na defesa da mártir, atribuiu o fato extraordinário às forças mágicas de
Martinha, as quais, segundo sua opinião, teriam sua sede na rica cabeleira da
Santa. Deu ordem para a rica cabeleira ser cortada imediatamente e a donzela,
assim profanada, ser fechada no templo de Júpiter. Nos dois dias seguintes,
Alexandre Severo, acompanhado de sacerdotes e muito povo, dirigiu-se ao templo.
Não entrou, porém, porque teve a impressão de ouvir vozes masculinas e julgou
que fossem os deuses, que se tivessem reunido para converter Martinha. Aberto o
templo no terceiro dia, ao imperador apresentou-se um espetáculo estranho:
Achavam-se derrubados ao chão todas as imagens dos deuses. Ao perguntar onde
estava a estátua de Júpiter, Martinha respondeu sorrindo: “Tendo ele que dar
satisfação a Cristo, porque não salvou estes doze ídolos? Meu Deus entregou-o
aos demônios, que dele fizeram o que vedes”.
Fulo de raiva por este escárnio, Severo ordenou que
se despejasse banha fervente sobre o corpo de Martinha e a entregassem às
chamas. Veio, porém, uma grande chuva apagar a fogueira. Restava então só a
morte pela espada. Martinha aceitou a sentença, com toda submissão e gratidão
para com Deus. Espontaneamente ofereceu a cabeça ao algoz, que a fez entrar nas
eternas núpcias do Senhor Jesus.
Os cristãos apoderaram-se às escondidas do corpo da
Santa e sepultaram-no com todas as honras. As relíquias de Santa Martinha foram
encontradas em 1634 e acham-se hoje na Igreja do mesmo nome, a qual se ergue
perto do arco do triunfo de Severo.
(Texto extraído de “Na
Luz Perpétua”, por Pe. J. B. Lehmann,
e disponível na Página
Oriente, acréscimos a/c blog)
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