Horários de Missa
CAMPO GRANDE/MS
Paróquia São Sebastião
Paróquia São Sebastião
DOMINGO
16:30h - Confissões
17h - Santa Missa
17h - Santa Missa
TERÇA A SEXTA-FEIRA
(exceto em feriados cívicos)
11h - Santa Missa
1º SÁBADO DO MÊS
16h - Santa Missa
11h - Santa Missa
1º SÁBADO DO MÊS
16h - Santa Missa
Marcadores
- Adoração ao Santíssimo (1)
- Apresentação (1)
- As Quatro-Têmporas (39)
- Avisos (66)
- Catequese para a Missa (18)
- comportamento na Missa (2)
- Devoções (11)
- Domingos do Tempo Após Epifania (5)
- Domingos do Tempo Após Pentecostes (57)
- Domingos do Tempo da Paixão (6)
- Domingos do Tempo da Quaresma (8)
- Domingos do Tempo da Septuagésima (6)
- Domingos do Tempo de Páscoa (13)
- Domingos do Tempo do Advento (9)
- Férias da Quaresma (39)
- Férias do Tempo da Paixão (26)
- Férias do Tempo de Páscoa (3)
- Férias Mais Importantes (5)
- Festa do Padroeiro (2)
- Festas de Guarda (24)
- Festas de Guarda Coincidentes com o Domingo (1)
- Festas de Guarda Solenizadas no Domingo (9)
- Festas de Nosso Senhor (21)
- Festas Mais Importantes (20)
- Festas Particulares de Ordens Religiosas (1)
- Festas que Coincidem com o Domingo (10)
- Festas Transferidas da Semana Santa (1)
- Homilias do Pe. Marcelo Tenório (47)
- Indulgências Plenárias (4)
- Ladainhas Menores (2)
- Liturgias da Semana da Paixão (8)
- Liturgias da Semana Santa (19)
- Liturgias das Férias da Quaresma (43)
- Liturgias das Férias do Tempo da Paixão (22)
- Liturgias das Férias do Tempo de Páscoa (4)
- Liturgias das Férias Mais Importantes (29)
- Liturgias das Festas de Guarda (16)
- Liturgias das Festas de Guarda Solenizadas no Domingo (8)
- Liturgias das Festas Mais Importantes (17)
- Liturgias das Quatro-Têmporas (27)
- Liturgias do Tríduo Pascal (11)
- Liturgias Dominicais (111)
- Missas de Nossa Senhora no Sábado (5)
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Postagens populares
Nossa Sr.ª das Graças
Ave Maria, gratia plena;
Dominus tecum:
benedicta tu in mulieribus,
et benedictus fructus
ventris tui Iesus.
Sancta Maria, Mater Dei
ora pro nobis peccatoribus,
nunc et in hora
mortis nostrae.
Amen.
Papa Francisco
℣. Orémus pro Pontífice nostro Francísco.
℟. Dóminus consérvet eum, et vivíficet eum, et beátum fáciat eum in terra, et non tradat eum in ánimam inimicórum ejus.
℣. Tu es Petrus.
℟. Et super hanc petram ædificábo Ecclésiam meam.
℣. Oremus.
Deus, ómnium fidélium pastor et rector, fámulum tuum Francíscum, quem pastórem Ecclésiæ tuæ præésse voluísti, propítius réspice: † da ei, quǽsumus, verbo et exémplo, quibus præest, profícere: * ut ad vitam, una cum grege sibi crédito, pervéniat sempitérnam. Per Christum, Dóminum nostrum.
℟. Ámen.
Dom Dimas Barbosa
℣. Orémus pro Antístite nostro Dismas.
℟. Stet et pascat in fortitúdine tua Dómine, sublimitáte nóminis tui.
℣. Salvum fac servum tuum.
℟. Deus meus sperántem in te.
℣. Orémus.
Deus, ómnium fidélium pastor et rector, fámulum tuum Dismam, quem pastórem Ecclésiæ Campigrandénsis præésse voluísti, propítius réspice: † da ei, quǽsumus, verbo et exémplo, quibus præest, profícere: * ut ad vitam, una cum grege sibi crédito, pervéniat sempitérnam. Per Christum, Dóminum nostrum.
℟. Amen.
Pe. Marcelo Tenório
"Ó Jesus, Sumo e Eterno Sacerdote, conservai os vossos sacerdotes sob a proteção do Vosso Coração amabilíssimo, onde nada de mal lhes possa suceder.
Conservai imaculadas as mãos ungidas, que tocam todos os dias vosso Corpo Santíssimo. Conservai puros os seus lábios, tintos pelo Vosso Sangue preciosíssimo. Conservai desapegados dos bens da terra os seus corações, que foram selados com o caráter firme do vosso glorioso sacerdócio.
Fazei-os crescer no amor e fidelidade para convosco e preservai-os do contágio do mundo.
Dai-lhes também, juntamente com o poder que tem de transubstanciar o pão e o vinho em Corpo e Sangue, poder de transformar os corações dos homens.
Abençoai os seus trabalhos com copiosos frutos, e concedei-lhes um dia a coroa da vida eterna. Assim seja!"
(Santa Teresinha do Menino Jesus)
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19 de out. de 2011
Nela está a prefiguração daquilo que Deus desejou para toda a humanidade
11:45 | Postado por
Sacerdos |
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Celebramos hoje a solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora com o título de Nossa Senhora Aparecida. É a Santa Missa em honra de sua concepção imaculada.
Nossa Senhora desde primeiro instante da sua concepção foi preservada de todo pecado original. Em nenhum momento, nenhuma mancha, nenhuma sombra, nenhum resquício de nossos pais [n.d.r.: Adão e Eva], nada a atingiu. Por isso a Igreja canta “Toda Pura és, Maria, e em Ti não há mácula”.
+++
A Imaculada Conceição de Nossa Senhora nos aponta para ensinamentos extremamente importantes. Nós somos criados para Deus, para estar em Deus. Estar em Deus é estar na graça e nossos pais [n.d.r.: Adão e Eva] foram criados na graça, na graça santificante, na vida santa, foram criados puros e imaculados. Neles toda a humanidade deveria também ser pura e imaculada. No entanto, foi quebrada a unidade com Deus. Pelo pecado original nossos pais foram expulsos da presença divina e nós, seus filhos, recebemos por conseqüência essa mancha original, que nos é retirada no dia de nosso Batismo.
Nossa Senhora, na festa da concepção Imaculada, nos lembra que Ela, pela santa vontade de Deus, foi preservada do pecado original e nEla está a prefiguração daquilo que Deus desejou para a humanidade inteira, que era permanecer sempre formosa [n.d.r.: pura], sempre santa, sempre imaculada.
+++
Chamamo-la hoje sobre o patrocínio de “Aparecida”, pois fazemos referência àquele belo milagre ocorrido no século XVIII, quando aqueles pescadores foram atrás de peixes para a festa que seria oferecida a um homem importante, a uma autoridade importante. Não conseguiram nada, não pescaram nada. Lembra-nos a pesca milagrosa, sobre a qual narra o santo evangelho. De repente, um dos pescadores “pesca” o corpo de uma imagem, e, logo em seguida, lançando as redes novamente, vem a cabeça daquela mesma imagem, que é a de Nossa Senhora da Conceição. Em seguida, lançando novamente as redes, conseguem pescar uma enorme quantidade de peixes, a tal ponto que tiveram medo de que a barca viesse a naufragar. A partir daí, Deus vai firmando o culto daquela pequena imagem da Virgem Santíssima com milagres, e ela foi chamada de Aparecida, por que, de fato, aparece milagrosamente nas águas do Rio Paraíba, e se torna nossa Rainha, padroeira do Brasil.
+++
Vários papas na história da Igreja condenaram a nefasta idéia da separação da igreja e do estado. Condenaram a nefasta idéia do estado laico. Ora, não existe estado laico, se Deus criou o homem à sua imagem e semelhança e fundiu o coração do homem com o desejo dEle mesmo. Deus coloca a sua Lei no coração do homem. Portanto, não pode existir estado laico. É uma loucura, um suicídio, querer promover a ideia do estado laico, separado da Igreja. Não pode de forma alguma existir leis contra a Lei Divina, tampouco contra a lei natural; não pode coexistir um estado laico se o povo é profundamente e essencialmente religioso.
A Sagrada Escritura nos fala que Jesus Cristo é o Senhor e que diante dEle todos os joelhos devem dobrar-se. Ele é o Senhor de tudo! Ele é o Senhor de todos os povos! Ele é o Senhor também e, sobretudo, da nossa Pátria, de forma que não somos “neutros” em matéria de fé e religião! E como só existe uma fé verdadeira, um só Batismo, somente uma fé para a conversão dos pecados deve trilhar o solo de nossa pátria: a verdade católica.
Enquanto muitos dizem o contrário e promovem o contrário, então vamos nós rumo ao Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo, através do Coração Imaculado de Maria, Rainha e Padroeira do Brasil.
Homilia proferida em 12 de Outubro de 2011, na festa de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Brasil.
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LEITURAS
EPÍSTOLA: LIVRO DA SABEDORIA VIII, 22-35
Pertenci ao Senhor logo no inicio dos seus caminhos, ainda antes de Ele ter criado fosse o que fosse. Fui constituída desde a eternidade, em época remotíssima, ainda antes de o mundo existir. Quando fui concebida, ainda não havia abismos, nem as fontes tinham brotado, nem se tinha erguido a mole imponente das montanhas; vim à luz antes de se alterarem as colinas, quando ainda não tinha feito, nem a terra, nem os rios, nem os pólos do eixo do globo. Quando desdobrava os céus, já eu estava presente. Quando submetia os abismos ao curso de leis invioláveis; quando estendia os espaços siderais, e punha em equilíbrio as fontes subterrâneas; quando fixava os limites ao mar, e lhe impunha não violá-los; quando lançava os fundamentos da terra, – eu estava com Ele dispondo todas as coisas e deleitava-me sem cessar, jubilosa por me encontrar a seu lado, brincando sobre o globo da terra, e deliciando-me por viver entre os filhos dos homens. Agora, meus filhos, ouvi-me: “Felizes os que seguem os meus caminhos! Aceitai os meus ensinamentos, e cultivai a sabedoria, não os rejeitando. Feliz o homem que me encontra, e que permanece constantemente de vigia à minha porta, sem nunca deixar os seus umbrais! O que me encontrar, encontra a vida, e alcançará do Senhor a salvação.”
EVANGELHO SEGUNDO SÃO MATEUS XXII, 34-46
Naquele tempo: Foi enviado por Deus o anjo Gabriel a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um varão, que se chamava José, da casa de Davi. O nome da Virgem era Maria. Entrando o anjo onde ela estava, disse-lhe: “Deus te salve, cheia de graça! O Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres!”
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Homilias do Pe. Marcelo Tenório
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13 de out. de 2011
Às coisas, aos bens, o nosso desprezo. Fiquemos com Deus!
15:51 | Postado por
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Homilia da Missa do XVII Domingo Pós Pentecostes
Pe. Marcelo Tenório
Ave Maria, gratia plena; Dominus tecum: benedicta tu in mulieribus, et benedictus fructus ventris tui Iesus. Sancta Maria, Mater Dei ora pro nobis peccatoribus, nunc et in hora mortis nostrae. Amen.
Acabamos de escutar o Santo Evangelho deste domingo. Os fariseus, mais uma vez, queriam pôr Nosso Senhor à prova. E um deles, que era doutor da Lei, perguntou-Lhe: “Qual é, Mestre, o maior mandamento da Lei?” A lei hebraica possuía cerca de 613 mandamentos. Eles sabiam os mandamentos de cor. O grande entrave de Jesus com os fariseus é que eles eram hipócritas: pregavam, mas não faziam; impunham aos outros grandes pesos, mas nem eles mesmos praticavam a sua religião.
Nosso Senhor, dando-lhes a resposta, mostra a necessidade de apenas dois grandes Mandamentos. Um é dependente do outro. E esses dois Mandamentos foram tirados da própria lei judaica. O primeiro deles: “Amarás o Senhor de todo o teu coração, de toda a tua alma e com toda a tua mente...”. O segundo mandamento é dependente deste: “... e a teu próximo como a ti mesmo”. “Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo”. Ou... mais do que a ti mesmo.
Pe. Marcelo Tenório
Ave Maria, gratia plena; Dominus tecum: benedicta tu in mulieribus, et benedictus fructus ventris tui Iesus. Sancta Maria, Mater Dei ora pro nobis peccatoribus, nunc et in hora mortis nostrae. Amen.
Acabamos de escutar o Santo Evangelho deste domingo. Os fariseus, mais uma vez, queriam pôr Nosso Senhor à prova. E um deles, que era doutor da Lei, perguntou-Lhe: “Qual é, Mestre, o maior mandamento da Lei?” A lei hebraica possuía cerca de 613 mandamentos. Eles sabiam os mandamentos de cor. O grande entrave de Jesus com os fariseus é que eles eram hipócritas: pregavam, mas não faziam; impunham aos outros grandes pesos, mas nem eles mesmos praticavam a sua religião.
Nosso Senhor, dando-lhes a resposta, mostra a necessidade de apenas dois grandes Mandamentos. Um é dependente do outro. E esses dois Mandamentos foram tirados da própria lei judaica. O primeiro deles: “Amarás o Senhor de todo o teu coração, de toda a tua alma e com toda a tua mente...”. O segundo mandamento é dependente deste: “... e a teu próximo como a ti mesmo”. “Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo”. Ou... mais do que a ti mesmo.
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Conta uma estória que um príncipe russo vinha por uma aldeia e viu uma jovem mulher com uma criança no braço. De repente, escutou aquela mulher dar um grande grito (mas um grito de alegria), olhar para o céu e fazer o sinal da cruz. E o príncipe foi interrogar aquela aldeã, que lhe disse: “Alteza, é a primeira vez que meu filho me dá um sorriso”. Se uma mãe, um ser humano, fica tão feliz com um simples sorriso do seu filhinho, que é sinal de agradecimento, reconhecimento de sua maternidade, quanto mais Deus fica também feliz conosco com nosso sinal de amor para com Ele. E (a mãe) estava agradecida a Deus por causa do seu filho pequeno que lhe sorria pela primeira vez. Assim somos nós: deveríamos ser agradecidos a Deus por tanto amor, até ao ponto de doar Seu único Filho em nosso resgate.
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Amar a Deus sobre todas as coisas. Primeiro, com toda a nossa mente. Somos ordenados a amar a Deus com toda a nossa mente. Não com a metade, não com o pouco dela, mas toda a nossa mente. O amor é radical. Deus nos amou “radicalmente”. É extremo, é imensurável esse amor de Deus, é extraordinário: nós não somos nada, e a Ele nada acrescentamos, mesmo assim Ele quis nos amar, sabendo de tudo (porque era Deus), nos amou e deu Seu Filho, para ser massacrado por nós. Então, este amor para com Aquele que é radical no seu amor, também deve ser um amor radical. E Ele nos ordena a isso. Ele não se satisfaz com a metade do nosso coração – nosso coração e nossa mente. Afirma Santo Agostinho: “Ou se ama, ou se não ama. Ou se é santo, ou não se é santo. Ou se é honesto, ou não se é honesto.” Ou uma coisa ou outra; o “meio honesto” não é honesto; ou se é honesto, ou não se é honesto. Ou se ama a Deus, ou não se ama a Deus. Não podemos amar a Deus pela metade, por isso a exigência: “com toda a nossa mente”; e essa mente está livre (para amar a Deus).
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Em 1512, conta a história, viveu um um certo Boscoli (Pier Paolo Boscoli): a família Medici o aprisiona, e leva à morte aquele grande republicano. Pois bem, no momento derradeiro, no momento da morte, estava ele angustiado. Ele pedia insistentemente a um amigo, um artista chamado Luca, que o ajudasse. A mente de Boscoli, com tantas e tantas filosofias, tantas e tantas idéias revolucionárias, tantas e tantas divagações... Mas, naquele momento, ele queria poder focar-se, focar sua mente, somente em Deus. Uma angústia tremenda de uma mente apavorada, de uma mente cheia de muitas e muitas coisas que jamais seriam capazes de ajudá-lo a morrer bem, a ter uma contrição perfeita, a fazer um ato de piedade, com toda a sua mente... Uma alma realmente cheia de devassidão, uma alma realmente cheia de pornografia, uma alma realmente cheia das coisas e dos amores desse mundo, jamais, jamais conseguirá amar a Deus com toda a sua mente. E se não se ama a Deus com toda a sua mente, por fim o que isso trará?
Para isso é necessária a purificação da mente, a mente purificada, a mente convertida, a mente livre, a mente cheia de Deus... Daí a necessidade da meditação, da oração freqüente, da meditação nos Mistérios de Cristo, sobretudo nos Mistérios da Paixão. Os santos se fizeram santos, amaram a Deus sobre todas as coisas, de toda a sua mente, justamente esvaziando-se do mundo para encher-se das coisas sagradas. E aí entra uma boa meditação. Nas meditações da Paixão de Cristo, tantos e tantos nela se fortificaram, nela se santificaram, de todo o coração.
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Santo Agostinho certa vez se encontrava pregando para uma multidão em sua igreja, e perguntava: “Mas existe alguma coisa nesta vida que a gente possa preferi-la a Deus – poderes, riquezas, bens –, tudo isso, todas estas coisas são capazes de preencher em totalidade a vida de um homem a tal ponto dele preferir tudo isso a Deus? Nós, cristãos – indagava Santo Agostinho – teríamos a coragem de aderir, de querer todas estas coisas, se fosse para escolher entre Deus e elas?” E do meio do povo, uma voz entusiasta gritou: “Fiquemos com Deus! E que as coisas possam ir embora, que as coisas possam desaparecer, que os amores humanos possam ser desprezados. Nós, fiquemos com Deus!” É uma atitude que deve ser tomada por cada um de nós, na nossa vida, no nosso dia a dia, nas coisas que querem tentar os olhos e a carne, nas coisas que batem à nossa porta, nos amores humanos, o mundo, as seduções; os cantos ou os cantares do paganismo insistentemente nos dias de hoje... A todos eles, possamos dizer: “A vós, o nosso desprezo! Fiquemos com Deus! E somente com Ele, e com todas as nossas obras, de toda a mente, de todo coração”.
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Deus espera de nós um amor operoso, não sensível. A sensibilidade nos faz cair no mundo do subjetivismo, romântico, e dali não saímos; é uma areia movediça, atrofia a alma. O que mais existe hoje, infelizmente, na Igreja, é a ideia de um amor sensível, tanto de Deus para conosco como de nós para com Deus, que tira, pelo menos da nossa parte, o heroísmo, o heroísmo autêntico, a força, a determinação, porque caímos no vendaval das coisas sensíveis e olhamos para Deus com amor meramente romântico, sensitivo... Não! Não é este amor com o qual Deus nos amou. Deus não nos amou com amor sentimental, e Ele espera de nós justamente isto: o nosso amor operoso, o “faça-se”, o concreto. Alguém diz: “Deus, eu rezo muito, faço penitências, mas eu não consigo sentir o amor de Deus”. Mas não se precisa sentir o amor de Deus. O amor de Deus não é para ser sentido, mas constatado (...). Também com relação a Ele precisamos agir, precisamos falar e fazer concretamente o que esse fiel no seio da igreja de Santo Agostinho disse com a vida, gritou com a alma:
Às coisas, aos bens, o nosso desprezo. Fiquemos com Deus!
Homilia proferida em 09 de Outubro de 2011.
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LEITURAS
EPÍSTOLA DE SÃO PAULO APÓSTOLO AOS EFÉSIOS IV, 1-6
Irmãos: Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro do Senhor, que andeis dum modo digno da vocação a que fostes chamados; com toda a humildade e mansidão com paciência, suportando-vos uns aos outros por caridade, solícitos em conservar a unidade do espírito pelo vínculo da paz. Há um só corpo e um só espírito, como também vós fostes chamados a uma só esperança da vossa vocação. Há um só Senhor, uma só fé e e um só Batismo. Há um só Deus e Pai de todos, que está acima de todos, e (opera) por todas as coisas, e (reside) em todos nós. Que é bendito por todos os séculos dos séculos. Amém.
EVANGELHO SEGUNDO SÃO MATEUS XXII, 34-46
Naquele tempo: Foram ter com Jesus os fariseus e um deles, doutor da lei, tentando-o, perguntou-lhe: Mestre, qual é o grande mandamento da lei? Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu espírito. Este é o máximo e o primeiro mandamento. Mas o segundo é semelhante a este: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. E, estando juntos os fariseus, Jesus interrogou-os, dizendo: que vos parece do Cristo? De quem é ele filho? Responderam-lhe: de David. Jesus disse-lhes: Como pois lhe chama David, em espírito, Senhor, dizendo: Disse o Senhor ao meu Senhor: Senta-te à minha mão direita, até que eu ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés? Se pois David o chama Senhor, como é ele seu filho? E ninguém podia responder-lhe uma só palavra; e daquele dia em diante não houve mais quem ousasse interrogá-lo.
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Homilias do Pe. Marcelo Tenório
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10 de out. de 2011
Apresentação do Blog
14:49 | Postado por
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Prezados leitores,
Salve Maria!
Com alegria apresentamos a todos o blog "Missa Tridentina na Paróquia São Sebastião", que foi desenvolvido e será administrado por fiéis da Paróquia com a autorização e acompanhamento do Reverendíssimo Pe. Marcelo Tenório.
Sob sua orientação, temos como finalidades:
1) Disseminar informações importantes sobre a celebração da Santa Missa segundo o rito Tridentino
Na parte superior do blog inserimos algumas páginas de teor “catequético-informativo”, onde serão postados artigos e documentos cujo conhecimento é de fundamental importância a todo fiel católico.
A Missa Tridentina – Explanação histórica de sua formação e breve explicação sobre a simbologia das orações e cerimônias próprias deste Rito.
Documentos importantes – Seleção dos vários documentos concernentes à Missa Tradicional: Legislação, Canto Gregoriano, costumes tradicionais, entre outros.
Ordinário da Missa – Constitui-se das partes fixas do rito, isto é, aquilo que é rezado sempre e em todas as celebrações, tanto nas Missas simples e “rezadas” como nas solenes e “cantadas”.
NOTA: A Paróquia disponibiliza aos fiéis os livretos com o Ordinário da Santa Missa na mesinha localizada à direita da porta principal da Igreja.
Orientações – Sucintas informações para aqueles fiéis que assistirão a Missa Tradicional pela primeira vez.
2) Evangelizar através das homilias pronunciadas pelo Reverendíssimo Padre Marcelo Tenório
Este feliz objetivo nos foi sugerido por um amigo e imediatamente posto em prática por ser de grande valia!
Homilias – Todos os sermões proferidos pelo Pe. Marcelo Tenório serão gravados, transcritos e publicados semanalmente nesta página com o intuito de propagar a fé católica e, deste modo, professar aquilo que nos foi ordenado por Nosso Senhor Jesus Cristo: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (São Marcos XVI, 15).
Nesta página serão igualmente publicadas as transcrições ou gravações em áudio de suas aulas e discursos, quando afins aos desígnios do blog.
3) Tornar acessível a todos a agenda de eventos e demais programações do Rito Tridentino
Inserimos também as páginas “Imagens”, onde serão publicadas fotos diversas das Missas, e “Programação”, onde divulgaremos toda a agenda de solenidades especiais no rito Tridentino e demais eventos, como aulas e palestras.
Que Nossa Senhora das Graças, mãe deste blog, nos ajude a alcançar esses objetivos para maior glória de Deus e salvação das almas.
São Sebastião, valente defensor da Santa Igreja, rogai por nós!
Deus lhe dê o céu.
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26 de set. de 2011
A palavra de Deus é uma espada que deve penetrar em nossa alma
19:52 | Postado por
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Homilia da Missa do XVI Domingo Pós Pentecostes
Pe. Marcelo Tenório
Ave Maria, gratia plena; Dominus tecum: benedicta tu in mulieribus, et benedictus fructus ventris tui Iesus. Sancta Maria, Mater Dei ora pro nobis peccatoribus, nunc et in hora mortis nostrae. Amen.
No Evangelho de hoje, Nosso Senhor fala duas coisas extremamente importantes.
A primeira, em relação à lei: Ele é o Senhor de tudo e também do sábado. Estava diante dos fariseus, dos mestres da Lei, daqueles que "seguiam" todos os preceitos judaicos – pelo menos exortavam ao povo que seguisse (...). Dos grandes milagres de Nosso Senhor, é sobretudo contra os fariseus; a eles, Nosso Senhor dirigiu grandes e fortes palavras, violentas palavras, entre elas, “raça de víboras”, ainda “sepulcros caiados, por fora são formosos, mas por dentro, cheios de podridão”, “quem vos ensinou a fugir da ira vindoura?” As palavras mais violentas de Nosso Senhor, na Sagrada Escritura, no Novo Testamento, nos Santos Evangelhos, essas palavras justamente são para os fariseus, não porque fossem mestres da Lei – de certa forma foram os fariseus que preservaram o povo de Deus da idolatria. De certa forma... Mas Nosso Senhor não admitia a sua hipocrisia: pregavam, mas não faziam; impunham aos outros grandes pesos, quando na verdade, não seguiam a lei e o testemunho que defendiam.
Um momento claro disso é a famosa cena do “Daí a César o que é de César”: os fariseus pregavam, por esta Lei, que ninguém poderia entrar no templo com a moeda romana já que o Império não aceitava o culto de Deus. Era considerado impuro todo aquele que tivesse com a moeda do Império, império pagão... Então ao entrar no templo, teriam que fazer câmbio, troca das moedas: deixavam as moedas [n.d.r.:do Império] no templo (na parte de baixo), e recebiam as moedas sagradas do templo. Quando os fariseus querem pôr Jesus à prova – “Mestre, é lícito ou não é lícito pagar imposto a César?” – Nosso Senhor tira uma moeda. Por quê? Para desmascará-los! Para que, diante de todo mundo, eles fossem desmascarados, na sua hipocrisia, na sua farsa. Jamais um fariseu, um doutor da lei, poderia estar dentro do templo com moedas romanas. E Nosso Senhor ainda pergunta: “O que tem na moeda? De quem é o desenho na moeda?” Claro, (de) César. Aquele fariseu ficou extremamente injuriado por Nosso Senhor; e Nosso Senhor juntou: “Dai a César o que é de César, e dai a Deus o que é de Deus”.
Aqui [n.d.r.: no Evangelho deste Domingo] é Nosso Senhor quem provoca. Nosso Senhor aponta o dedo aos fariseus hipócritas: “É lícito ou não é lícito fazer o bem em dia de sábado?”, já que os fariseus estavam ali observando a Jesus; os fariseus estavam ali não porque seguiam a Jesus, mas porque queriam pegar, nas palavras de Jesus, algo contra ele, para acusá-lo. E outra coisa que os fariseus não admitiam é que Jesus curasse quem quer que fosse em dia de sábado – dia de sábado é dia de descanso. E Nosso Senhor pergunta: “É lícito ou não é lícito fazer o bem em dia de sábado?” “Quem de vocês, se um boi ou jumento cai no buraco em dia de sábado, não o tiram?” Claro que eles tiravam! Claro que eles tiravam... E Nosso Senhor cura aquele jovem diante dos fariseus...
Em seguida, Nosso Senhor vai para outro lugar, e vai terminar com uma máxima: “Quem se exalta será humilhado, quem se humilha será exaltado”. Para quem é esta máxima? Contra quem é esta máxima? Por que esta máxima? Parece que Nosso Senhor muda de assunto: está falando da lei do sábado, permitido ou não permitido em dia de sábado, e por que agora esta máxima da humildade? Justamente por causa do orgulho dos fariseus. Eram orgulhos, eram vaidosos; amarravam a lei do shema em caixas na testa e nos pulsos para todos verem que eles eram extremamente religiosos; gostavam de ser vistos nas sinagogas, de estarem nas assembleias e nos grandes banquetes; buscavam os primeiros lugares. E Nosso Senhor ensina: “Quando vocês forem a um banquete, não procurem sentar nos primeiros lugares, porque pode ser que aquele lugar não seja para você, e alguém vai se sentar e pedir [n.d.r.: para deixar o lugar], e você se sentirá humilhado. Mas, pelo contrário, que você se assente no último lugar, porque aí o dono do banquete, vendo-o, te chamará a frente, e será para ti uma honra. Por que aquele que se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado”.
Isto serve muito para nós. Palavra de Deus, não é para os fariseus; eles já morreram, já foram julgados, é para nós que estamos aqui hoje.
E nós, fazemos o bem ou praticamos o mal? E nós praticamos a misericórdia, ou somos todos rigoristas, como os outros? (Nós não aprendemos nada daquilo que admoestamos, nem aos nossos filhos, nem aos nossos amigos, somos fariseus...)
A palavra de Deus é uma espada que deve penetrar toda a nossa alma.
E nós, fazemos o bem ou praticamos o mal? E nós praticamos a misericórdia, ou somos todos rigoristas, como os outros? (Nós não aprendemos nada daquilo que admoestamos, nem aos nossos filhos, nem aos nossos amigos, somos fariseus...)
Buscamos que os outros nos vejam de que forma? Buscamos os primeiros lugares, em tudo, até em nossas orações diante de Deus, achamos que valemos alguma coisa e que Deus tem a obrigação de se encurvar diante de nós, de se abaixar para nos escutar? “Ah, meu Deus, o tanto que eu rezo, e o Senhor não me escutou...” Hipócrita! Sepulcro caiado! Se Deus não te escuta, é porque tu não mereces nada de Deus, porque Deus quer provar, porque Deus quer que você se rebaixe mais ainda! Nosso lugar não é no alto, é no chão, de joelhos diante do Senhor. Nós não somos nada, nós já somos devedores desde o inicio... Deus não nos deve nada. Nós Lhe devemos tudo.
O Santo Evangelho de hoje, desta grande máxima, traz para nós esta doutrina da infância espiritual de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face; ela que disse, sabiamente disse: “Ha uma só coisa que não é motivo de aflição, de disputa de ninguém, que é o ultimo lugar. E é esse o lugar que eu quero para mim: o ultimo lugar”. Escondeu-se. Escondeu-se do mundo. Quis ser um grão de areia, uma bolinha nas mãos do Menino Jesus. E o que acontece com esta Teresinha que se humilhou e se ocultou? (Se ocultou?) no mundo inteiro. Não há igreja, não há local, não há região que não conheça a glória de Teresinha, daquela que se ocultou, daquela que se fez nada, daquela que desejava ser tudo para Deus, desejava ser uma bola, uma bolinha nas mãos do Menino Jesus, para que o Menino Jesus pudesse brincar, para lá e para cá, e quando não quisesse mais, pudesse deixar em qualquer canto aquele “brinquedo”. “Quem se humilha será exaltado.” E hoje a Igreja canta, o mundo inteiro canta a glória de Santa Teresinha, porque se fez nada, e fazendo-se nada ganhou tudo: tudo que é Deus, os dons de Cristo, os dons do Menino Jesus na sua alma. Imitemos a sua determinação, imitemos os seus exemplos, e corramos ao encontro dessa grande virtude, na prática dessa grande virtude. Cada vez mais que nos rebaixamos diante de Deus, mais Deus nos exalta, mais Deus concede-nos a sua graça, mais Deus se achega a nós. Que Santa Teresinha, com seu exemplo, com a sua glória, a glória daquela que se fez nada diante do Altíssimo, possa rogar por nós, para que convertamos a nossa mente, o nosso coração, e possamos dizer como ela, como os Santos, como São Francisco de Assis: “Meu Deus e meu tudo”.
Homilia proferida em 02 de Outubro de 2011, festa dos Santos Anjos da Guarda.
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LEITURAS
EPÍSTOLA DE SÃO PAULO APÓSTOLO AOS EFÉSIOS III, 13-21
Meus irmãos: Rogo-vos, que não desanimeis pelos trabalhos que sofro a vosso respeito, consistindo neles a vossa glória. Por isso ajoelho-me diante de Deus, que é o príncipe e chefe de todas as famílias que há no céu e na terra, para que conforme as riquezas de sua glória vos fortaleça interiormente com o seu espírito; para que Jesus Cristo pela fé habite em vossos corações; para que radicados e firmes na caridade, chegueis a compreender com todos os santos a distância, extensão, altura, e profundidade deste mistério; e para conhecer a caridade de Jesus Cristo que excede toda a nossa compreensão; e para que fiqueis cheios de toda a grandeza de Deus que, como poderoso, nos concede muito mais do que lhe pedimos ou pensamos. Ele seja glorificado na Igreja, e em Jesus Cristo por todos os séculos do séculos. Assim seja.
EVANGELHO SEGUNDO SÃO LUCAS XVI, 1-11
Naquele tempo, entrando Jesus, em dia de sábado, em casa de um dos príncipes dos Fariseus, para tomar uma refeição, eles O estavam observando. E eis que diante d’Ele estava um homem hidrópico. E Jesus, dirigindo a sua palavra aos doutores da Lei e aos Fariseus, disse-lhes, fazendo esta pergunta: “É permitido fazer curas ao sábado?” Mas eles ficaram calados. Então Jesus, tomando o homem pela mão, o curou e mandou-o embora. E dirigindo-se a eles, disse-lhes: “Quem há dentre vós que, se o seu jumento ou o seu boi cair num poço, o não tire logo no mesmo dia de sábado?” E eles não Lhe podiam responder a isto.
E observando também como escolhiam os primeiros lugares, à mesa, propôs aos convidados uma parábola, dizendo-lhes: “Quando fores convidado a algumas bodas, não te assentes no primeiro lugar, porque pode ser que outra pessoa de mais consideração do que tu seja convidada pelo dono da casa, e vindo este, que a ambos convidou, te diga: Cede o teu lugar a este. E tu, envergonhado, vás buscar o último lugar. Mas quando fores convidado, toma o último lugar para que, quando vier o que te convidou, te diga: ‘Amigo, vem mais para cima’. Então isto te será de glória diante dos que estiverem juntamente sentados à mesa. Porque todo o que se exalta será humilhado, e todo o que se humilha será exaltado”.
MARCADORES:
Homilias do Pe. Marcelo Tenório
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